IMPRESSORAS INOVADORAS PODEM CRIAR DESDE TURBINAS ATÉ CORAÇÕES
O Centro de Pesquisa Global da GE há anos vem pesquisando a tecnologia 3D, com perspectivas revolucionárias: em poucos anos será possível, por exemplo, construir partes de peças de uma turbina de avião a partir da impressora 3D e, dentro de algumas décadas, um motor completo de avião. Entre as inovações, destaca-se o desenvolvimento de um material ultrarresistente à luz e à corrosão para essas peças, feito a partir de ligas de cobalto e cromo. Essas ligas também podem operar em temperaturas elevadas que chegam a até 1.800 graus Celsius. Curiosidade: é o mesmo material usado em próteses dentárias.
A seguir, alguns dos destaques já obtidos em várias áreas com as impressoras 3D:
Peças leves – A GE desenvolveu um cubo rede, feito de titânio em uma máquina de fusão por feixe de elétrons (EBM), que se assemelha a um osso. E seu design “orgânico” faz com que tenha um terço do peso de um cubo feito de material como aço, por exemplo, mantendo a força de compressão do sólido. Esta tecnologia pode oferecer uma enorme economia de materiais e redução de peso.
Peças leves – A GE desenvolveu um cubo rede, feito de titânio em uma máquina de fusão por feixe de elétrons (EBM), que se assemelha a um osso. E seu design “orgânico” faz com que tenha um terço do peso de um cubo feito de material como aço, por exemplo, mantendo a força de compressão do sólido. Esta tecnologia pode oferecer uma enorme economia de materiais e redução de peso.
Mão artificial – Impressa numa máquina Objet Connex500, que pode utilizar duas resinas diferentes ao mesmo tempo, esta mão contém uma resina dura para os ossos e uma mole para a carne.
Mão robô – Cientistas da Universidade de Michigan criaram a chamada mão robô, destinada a pessoas vítimas de desordem congênita desfigurante, doença adquirida antes do nascimento que impede o pleno desenvolvimento dos membros. As próteses, em forma de mão, são colocadas nos braços da pessoa, que passa a controlá-las como se fossem suas mãos, conseguindo segurar objetos e realizar tarefas.
Mapas para deficientes visuais – Engenheiros de tráfego da Universidade Estadual da Carolina do Norte imprimiram um mapa em relevo para ajudar pessoas com problemas de visão a entender a infraestrutura de cruzamentos, atravessar ruas com maior segurança e sobretudo rotatórias, muito difíceis de cruzar por causa do trânsito confuso com grande quantidade de veículos.
Coração infantil – Modelo de coração em 3D, produzido na Universidade Estadual do Arizona, é uma réplica exata do órgão humano e ajuda médicos a fazerem testes antes da cirurgia cardíaca ser realizada em uma criança que, por sua natureza, ainda é mais vulnerável a processos cirúrgicos.